Atualização: Por que quem vota diferente parece não enxergar o óbvio? Entenda o 'realismo ingênuo'
Ao final, chegam a conclusões completamente diferentes.
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/F/Vfh5bnSBCiv3MOQO9meA/bdpe-acervo-clean166-frame-144204.jpeg)
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisDuas pessoas assistem ao mesmo debate eleitoral, ouvem os mesmos candidatos e acompanham as mesmas notícias. Ao final, chegam a conclusões completamente diferentes. Para uma, a escolha parece óbvia. Para a outra, é difícil entender como alguém pode pensar daquela maneira.
E o mais curioso: as duas podem estar convencidas de que estão enxergando a realidade como ela realmente é —e de que o problema está na incapacidade do outro de perceber o evidente.
Essa tendência tem nome: realismo ingênuo, um fenômeno estudado pela psicologia social que ajuda a explicar por que divergências de opinião, especialmente em períodos eleitorais, podem se transformar em conflitos pessoais.
O conceito foi desenvolvido em pesquisas do psicólogo americano Lee Ross e de seus colaboradores, a partir da década de 1990. Ele descreve a tendência humana de acreditar que nossas percepções são objetivas e de presumir que outras pessoas, se forem suficientemente racionais e bem informadas, chegarão às mesmas conclusões.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Panorama: SIMONE TEBET ENTRA NO RADAR DE LULA PARA UMA POSSÍVEL VAGA NO STF; EX-MINISTRA É APONTADA COMO NOME PARA INTEGRAR A SUPREMA CORTE.
Com trajetória consolidada na política nacional e formação acadêmica na área jurídica, a ex-senadora entrou no radar de possíveis indicações do presidente Luiz
quem são democratas que tentam retomar Senado nos EUA — De lenhador a sindicalista
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
27 partidos reconhecem vitória de Lula; Novo contesta resultado — Eleições
Mobiliza não se manifestou, enquanto Novo questionou a lisura do processo eleitoral



