Atualização: PF acha sala secreta e máquina de contar dinheiro em hangar de Willer Tomaz
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisOAB/Material cedido so Metrópoles A Polícia Federal (PF) encontrou uma sala secreta em um hangar do advogado Willer Tomaz, localizado no Aeroporto de Brasília. No espaço, os investigadores também acharam uma máquina de contar dinheiro .
Investigadores da PF descobriram o local, em agosto deste ano, após receberem denúncia anônima que apontava para a existência de um cômodo secreto no hangar do advogado.
No início de agosto, a PF foi ao hangar em cumprimento a um mandado de busca e apreensão, durante mais uma fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes bilionárias em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O esquema foi revelado pelo Metrópoles .
A suspeita da PF é de que a sala secreta seria usada para guardar bens, incluindo dinheiro vivo.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle Pinheiro 4 imagens Fechar modal. 1 de 4 Máquina de contar dinheiro também foi encontrada no local
A sala foi decoberta por investigadores em agosto deste ano
O sala-cofre fica localizada em um hangar do advogado, no Aeroporto de Brasília
Em nota, a defesa de Willer afirmou que o ambiente é compatível com a atividade destinada ao atendimento de empresas de transporte de valores e não constitui indício de irregularidade.
“A sala-cofre e os equipamentos instalados no hangar integram a estrutura operacional destinada ao atendimento de empresas de transporte de valores, clientes das empresas de aviação. O transporte aéreo de numerário está sujeito a rigorosos protocolos de segurança, controle e custódia, conforme a regulamentação aplicável. A existência de ambientes protegidos, malotes e máquinas contadoras de cédulas é compatível com essa atividade e não constitui indício de irregularidade.
É fantasiosa e beira o ridículo a insinuação de que essas instalações seriam utilizadas para armazenar ou contar dinheiro de origem ilícita. Nenhuma quantia foi encontrada no local. Causa perplexidade que a própria Polícia Federal, responsável pela fiscalização do setor de segurança privada, pretenda transformar equipamentos associados a uma atividade lícita em suspeita criminal. Atribuir conotação criminosa a essas instalações, sem qualquer prova, é uma tentativa irresponsável de fabricar suspeitas onde não existem fatos.”
O advogado e empresário Willer Tomaz figura como investigado na Operação Sem Desconto.
Tomaz é citado nas investigações por movimentações financeiras atípicas milionárias. Conforme noticiou a coluna em agosto deste ano, quando foi deflagrada nova fase da Sem Desconto, a PF menciona movimentações de R$ 45,5 milhões atribuídas a Willer Tomaz, registradas entre maio e novembro de 2021.
Em outro trecho do relatório, a PF afirma que o advogado teria transferido R$ 120 mil a Milton Salvador de Almeida Júnior em 2021, um dos investigados por suposta participação na fraude.
Apesar de listar as movimentações em relatório, os investigadores não citam conexões entre as transações e a fraude.
Willer Tomaz e o candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) são alvos de uma mesma investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), que apura suspeita de lavagem de dinheiro. O inquérito está sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Entenda: ALT TABET
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Panorama: Sem título
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Em destaque: Sem título
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.



