Atualização: Mulher com medida protetiva é morta em Santa Maria; ex-companheiro é procurado
A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira.

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Consulte formatos e valores disponíveisAdicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google.btn-google-fonte { display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; background-color: #f1f3f4; color: #3c4043; padding: 8px 18px; border-radius: 9999px; text-decoration: none; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 13.5px; line-height: 1.3; transition: background-color 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; max-width: fit-content; }.btn-google-fonte:hover { background-color: #e8eaed; box-shadow: 0 1px 3px rgba(60, 64, 67, 0.15); color: #202124; text-decoration: none; }.btn-google-fonte.google-icon { flex-shrink: 0; }.btn-google-fonte strong { color: #1a73e8; } Após o assassinato, as forças de segurança realizaram buscas para localizar Adorno, mas ele não havia sido encontrado até a última atualização da reportagem Gabriel Mattos novembro 5, 2026 10:35 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:
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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Uma mulher de 37 anos foi morta a golpes de arma branca na tarde desta quinta-feira (5), no bairro Nova Santa Marta, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, e o principal suspeito é o ex-companheiro dela, Robson Rodrigues Adorno, de 43 anos, que fugiu após o crime.
De acordo com a Brigada Militar, os policiais foram acionados por volta das 14h30 e encontraram a vítima já sem vida. Conforme a investigação, há suspeita de que o crime tenha sido cometido com uma faca de grande porte ou um facão. A bainha da possível arma foi localizada no local. O Instituto-Geral de Perícias (IGP) e a Polícia Civil realizaram os levantamentos necessários.
Segundo a delegada Elizabete Shimomura, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Graziele havia obtido uma medida protetiva de urgência em 25 de outubro. O suspeito foi intimado no dia seguinte. Três dias depois, houve o registro de um descumprimento da determinação judicial, ocasião em que a Brigada Militar foi acionada. Familiares também relataram à polícia um histórico de agressões e ameaças atribuídas ao homem, que não estaria aceitando o fim do relacionamento.
Após o assassinato, as forças de segurança realizaram buscas para localizar Adorno, mas ele não havia sido encontrado até a última atualização da reportagem. O caso é tratado como feminicídio pela Polícia Civil. Se a motivação for confirmada, este será o 69º crime desse tipo registrado no Rio Grande do Sul em 2026.
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