Voltar para a página inicial

Atualização: DE PRIMEIRA

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 19:30
0 visualizações
Atualização: DE PRIMEIRA
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mesmo com a vantagem do empate no Maracanã, o Vasco precisa tratar a semifinal da Sul-Americana com "absoluto realismo" porque o Boca Juniors "nunca está entregue", disse Paulo Vinícius Coelho no De Primeira , do Canal UOL.

O time carioca venceu o jogo de ida por 1 a 0 em Buenos Aires e tem a chance de voltar a uma final continental após 25 anos. O comentarista alertou para o tamanho do desafio e destacou a capacidade do Boca em jogos grandes, inclusive fora de casa.

É um jogo que tem que ser tratado com absoluto realismo. É um jogo Vasco e Boca Juniors no Rio de Janeiro. O Boca não vence no Brasil desde 2020, são 11 jogos, mas o Boca Juniors tem uma história de vencer no Brasil. O Boca não está entregue. O Boca nunca está entregue. Então tem um jogo duríssimo que tem que ser tratado com realismo. Paulo Vinícius Coelho (PVC)

Bruno Braz descreveu um ambiente "muito quente" para a partida. Ele disse que torcedores do Boca fizeram festa em Copacabana e que, de madrugada, vascaínos fizeram foguetório na porta do hotel do time argentino.

O clima pro jogo é muito quente. Tanto pela festa dos torcedores do Boca, ontem eles fizeram uma grande festa ali nas areias de Copacabana. Graças a Deus não teve nenhum conflito, nada. Foi uma festa pacífica. (...) Por volta de 3h30, 3h40, torcedores do Vasco, integrantes organizadas do Vasco, fizeram um grande foguetório na porta do hotel do Boca. Bruno Braz

O repórter também apontou expectativa de casa cheia, com 70 mil torcedores, e disse que o Vasco chega com desfalques importantes. Segundo Braz, o atacante Colidio não foi inscrito na competição, e o volante Andrés Gomez está suspenso após expulsão no jogo de ida.

Hoje são esperados 70 mil torcedores. (...) O Vasco chega com a vantagem do empate. Mas, se ao mesmo tempo chega com a vantagem do empate, chega com desfalques importantes. O primeiro já é de conhecimento desde o primeiro jogo, que é o Colidio, porque o Vasco não conseguiu inscrevê-lo para a Sul-Americana. (...) E, além dele, agora tem a suspensão do Andrés Gomez, que foi expulso no jogo de ida. Bruno Braz

Na análise tática, PVC disse que o desenho do Vasco pode variar de acordo com a formação do Boca, especialmente pelo comportamento do primeiro volante. Para ele, o time não pode aceitar um cenário de baixa posse e bloco muito recuado diante de um Maracanã lotado.

Se você começar a perder a posse de bola, que não é bom para o Vasco, tendo um Maracanã com 70 mil pessoas, pode acabar fazendo uma linha de cinco, não é bom pro Vasco jogar nesse cenário, dentro do Maracanã, que vai afugentar o Boca Juniors. É pro Vasco jogar, mas tem que conseguir jogar. Paulo Vinícius Coelho (PVC)

Imagem: Arte/UOL Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

#Esportes
Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas