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Atualização: Considerado o homem mais feliz do mundo, monge budista indica 3 sentimentos a eliminar da rotina

A ideia não é apagar emoções à força.

Por Redatores da Empire Cidades 31 de outubro de 2026 às 15:17
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Atualização: Considerado o homem mais feliz do mundo, monge budista indica 3 sentimentos a eliminar da rotina
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Adicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google.btn-google-fonte { display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; background-color: #f1f3f4; color: #3c4043; padding: 8px 18px; border-radius: 9999px; text-decoration: none; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 13.5px; line-height: 1.3; transition: background-color 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; max-width: fit-content; }.btn-google-fonte:hover { background-color: #e8eaed; box-shadow: 0 1px 3px rgba(60, 64, 67, 0.15); color: #202124; text-decoration: none; }.btn-google-fonte.google-icon { flex-shrink: 0; }.btn-google-fonte strong { color: #1a73e8; } Matthieu Ricard, conhecido como “o homem mais feliz do mundo”, defende cultivar a mente e a compaixão para reduzir sentimentos que alimentam o sofrimento. Bruno Fernandes outubro 31, 2026 12:17 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:

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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Matthieu Ricard, monge budista francês conhecido pela imprensa como “o homem mais feliz do mundo”, propõe reduzir emoções como apego, aversão e ignorância para alcançar maior equilíbrio. A ideia não é apagar emoções à força. Na visão de Ricard, é possível observar os próprios pensamentos e aprender a não ser conduzido por eles. A prática da meditação e o desenvolvimento da compaixão ajudam a reconhecer reações negativas e a responder a elas com mais clareza.

O apelido de “homem mais feliz do mundo” surgiu após pesquisas sobre os efeitos da meditação no cérebro de praticantes experientes, incluindo Ricard. O próprio monge já relativizou o rótulo: os estudos não mediram a felicidade de todas as pessoas, mas observaram atividade cerebral durante exercícios de meditação.

Para Ricard, felicidade não significa estar alegre o tempo todo. Ela está ligada a uma disposição mais estável, que pode ser cultivada com treino mental, sabedoria e altruísmo.

O controle sobre as condições externas é limitado, enquanto a gestão das reações individuais permanece sob alcance do indivíduo. A mente atua diretamente na interpretação dos fatos cotidianos, podendo transformar o ambiente em fonte de satisfação ou de insatisfação.

Dessa forma, o treinamento mental e a moderação sobre tendências habituais são apontados como etapas indispensáveis para reduzir a vulnerabilidade ao estresse e alcançar um estado duradouro de equilíbrio emocional.

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