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Atualização: Campanha de Flávio aciona TSE contra Exército do Lula por “manipular buscas”

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 21 de outubro de 2026 às 07:19
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Atualização: Campanha de Flávio aciona TSE contra Exército do Lula por “manipular buscas”
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Defesa afirma que canal de Janones orientou usuários a pesquisar a frase “Bolsonaro mandou matar Lula” no Google e a impulsionar hashtags no X

--> copiar link --> O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, durante sessão na 3ª feira (20.out) Leobark Rodrigues/Secom/TSE - 20.out.2026 PODER360 21.out.2026 (quarta-feira) - 4h19 Priorize o Poder no Google A campanha do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou diretamente na 3ª feira (20.out.2026) o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, para que a Meta explique por que o WhatsApp disse não ter identificado sinais de comportamento coordenado no canal Exército do Lula, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG).

Na petição, a defesa de Flávio relata uma operação para manipular buscas no Google e assuntos do momento, impulsionando hashtags no X. Afirma que integrantes do canal de Janones estão orientando usuários a pesquisar a frase “ Bolsonaro mandou matar Lula” no Google. Eis a íntegra do documento (PDF – 1 MB).

Os advogados citam o aumento de buscas por termos negativos associados a Flávio Bolsonaro depois do debate da Band , no último domingo (18.out). Dizem que o canal Exército do Lula promove conteúdo “ artificialmente inflado nas redes, mediante manipulação algorítmica” .

Janones tem mobilizado apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais com o Exército do Lula. Até o momento, o canal no WhatsApp tem 6,6 milhões de seguidores, ante 2,1 milhões do Tropa do Flávio.

A campanha de Flávio já havia acionado o presidente do TSE sobre o tema em 11 de outubro, ocasionando uma disputa de liminares dentro da Corte. O caso colocou Nunes Marques e o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva em lados opostos.

Cueva chegou a derrubar a decisão de Nunes Marques e reestabelecer o canal, mas o presidente deu uma liminar sobrepondo-se ao corregedor.

Em 13 de outubro, Nunes Marques teve uma reunião com os coordenadores das campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro. Em seguida, o TSE definiu novas regras para vincular canais de mensagens instantâneas, como os do WhatsApp, às campanhas. Decidiu que o apoio espontâneo não vincula automaticamente um canal a uma campanha.

O Poder360 procurou Janones por e-mail para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito dos fatos mencionados pela campanha de Flávio Bolsonaro. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

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