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Atualização: Atriz da Netflix leva cinema brasileiro para escolas públicas de São Paulo

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 05:45
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Atualização: Atriz da Netflix leva cinema brasileiro para escolas públicas de São Paulo
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Levando o audiovisual e o cinema brasileiro para as salas de aulas das escolas públicas de São Paulo, a atriz Bruna Mascarenhas, conhecida pelo papel de Ritinha na série Sintonia, quis apresentar e, de alguma forma, impactar a vida dos jovens possam se interessar no universo cinematográfico e nas pautas tratadas pelos filmes nacionais.

Bruna Mascarenhas sobre interpretar Ritinha novamente em Nando: "Estanho"

Bruna é a grande idealizadora do projeto Do Processo à Tela, em parceria com a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), que levou o cinema nacional para os locais de ensino por meio da exibição de filmes e curtas-metragens, seguida de uma mediação sobre os temas e da apresentação das diferentes profissões que compõem o setor audiovisual.

Conforme apuração dos redatores da Empire Cidades, ela revelou que a ideia, inclusive, se deu por causa da personagem dela em Sintonia, que entrou dentro das favelas e se comunicou diretamente com este público. A atriz contou que, até hoje, recebe feedbacks sobre o impacto disso na vida das pessoas.

“Então, quando a Ritinha entrou pra faculdade de Direito, eu encontrei pessoas que me paravam na rua e me falavam que iam parar de estudar e [por causa da personagem] resolveram continuar”, disse.

Foi através de relatos como este que Mascarenhas decidiu que poderia impactar a vida das pessoas não só como artista. “Eu quero poder entrar dentro das escolas municipais, porque, se eu acredito que o cinema é transformação, essa transformação não pode vir na fase adulta. Ela tem que vir desde cedo”, avaliou.

“Por que não colocar o cinema nas escolas e falar sobre os temas que são debatidos nos filmes?”. Além disso, Bruna queria poder realizar exercícios com os alunos de uma forma divertida e lúdica, para que eles possam viver a experiência do audiovisual.

“Como artista, eu não quero só falar. Eu quero ser escutada, mas eu também quero ouvir. Eu preciso escutar. Então, é um lugar de aprendizado mútuo, porque eles aprendem, mas eu também aprendo. Eu não estou ali para ensinar ninguém a nada. Eu estou ali pra ser uma mediadora nesse debate e fomentar as minhas ideias”, falou.

#São Paulo#Belém#Entretenimento#Justiça
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