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As 3 maiores injustiças da Bola de Ouro — Arsenal coadjuvante e distorção da Copa

Em 2026, com o peso da Copa do Mundo, uma competição de apenas um mês e oito jogos, isso se torna ainda maior.

Por Redatores da Empire Cidades 26 de outubro de 2026 às 23:15
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As 3 maiores injustiças da Bola de Ouro — Arsenal coadjuvante e distorção da Copa
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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É comum que a Bola de Ouro não reflita necessariamente o que aconteceu na temporada e acabe fugindo de uma justiça do que exatamente o campo mostrou. Em 2026, com o peso da Copa do Mundo, uma competição de apenas um mês e oito jogos, isso se torna ainda maior. A Trivela lista as três maiores injustiças da premiação.

Pela primeira vez em 22 anos, o Arsenal foi campeão da Premier League. Além disso, chegou à final da Champions League apenas pela segunda vez em sua mais do que centenária história. E, mesmo assim, nenhum dos integrantes do time treinado por Mikel Arteta ficou entre os 10 melhores do mundo.

Claro que a fraca última temporada de Martin Odegaard e Bukayo Saka — jogadores ofensivos que costumam ser mais valorizados por premiações individuais — justifica em parte a ausência. Porém, o nível apresentado por Gabriel Magalhães, 21º na lista da Bola de Ouro, e Declan Rice, 15º, merecia a presença no top-10 de pelo menos um.

Rodri e Lionel Messi, por exemplo, só ficaram entre os 10 por conta de um mês: o período em que foi disputada a Copa.

O Mundial, obviamente, impactou a lista e tornou algumas presenças injustificáveis. Julián Quiñones, 28º, é o maior exemplo: brilhou com quatro gols e uma assistência pelo México na competição, levando o anfitrião até as quartas de final. No entanto, ele atua no Al-Qadsiah, na Arábia Saudita, onde sequer foi campeão e, apesar de muitos gols marcados, o futebol por lá é considerado abaixo das cinco grandes ligas europeias.

Sadio Mané, do Al-Nassr, 29º, entra pelo mesmo quesito. Brilhou menos que Quiñones, mas foi campeão da Copa Africana de Nações — sem contar a decisão da justiça que deu a taça no tapetão para o Marrocos — e do Campeonato Saudita. Na Copa do Mundo, teve desempenho irregular com Senegal.

Ferran Torres, em 16º, é o grande absurdo. A temporada do atacante espanhol, dividida entre momentos como reserva e titular no Barcelona, terminou com um gol na final da Copa do Mundo e a transformação de um jogador comum em um herói. Mas ele sequer foi o dono da posição com a Espanha, sendo titular em um só jogo na campanha.

Federico Dimarco, melhor jogador da última Serie A, é um dos exemplos de jogadores que tiveram grande nível e ficaram de fora da lista de 30 nomes.

É contraditório, mas o goleiro campeão do mundo não foi o melhor da última temporada, mesmo que só tenha sofrido um gol na campanha e tenha passado sete jogos sem sofrer gols. Unai Simón quase não foi exigido — não há nenhuma grande defesa memorável no título — e só brilhou em saídas de bola e antecipações.

Ironicamente, um reserva dele na Espanha teve uma temporada melhor. David Raya fez uma temporada de altíssimo nível no campeão inglês Arsenal, com intervenções decisivas, atuações marcantes e papel decisivo na conquista e também no vice europeu.

#Notícias#Internacional#Agronegócio#Justiça
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