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Ana Laura Magalhães, Camila Coutinho e Maria Braz Discutem o Futuro da Influência — Under 30 Summit

Criadoras de conteúdo debateram como se adaptar às mudanças do mercado digital sem perder a autenticidade e a conexão com a audiência O post Under 30 Summit: An

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 08:00
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Ana Laura Magalhães, Camila Coutinho e Maria Braz Discutem o Futuro da Influência — Under 30 Summit
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Os caminhos para construir e manter a relevância no ambiente digital estão mudando rapidamente, mas Ana Laura Magalhães, Camila Coutinho e Maria Braz, todas alumni da lista Forbes Under 30, souberam se adaptar às transformações e consolidar seu espaço de influência nas redes sociais.

O trio participou de um painel no Forbes Under 30 Summit, realizado na quinta-feira (29), com patrocínio de Omoda & Jaecoo e Johnnie Walker e parcerias oficiais de MCI e JW Marriott. Sob mediação da editora de Forbes Mulher e Carreira, Fernanda Almeida, elas relembraram suas trajetórias e debateram como alcançar o sucesso em meio às transformações do mercado de criação de conteúdo.

“A roda gira muito rápido. No início, era muito mais fácil. Hoje, exige muito mais energia e criatividade. É uma reinvenção constante”, disse Coutinho, que completa 20 anos da criação do blog Garotas Estúpidas.

A receita para sobreviver a esse ritmo vai além dos números. “Audiência e influência são coisas diferentes. Você pode ter uma base gigante e não influenciar de fato”, afirmou Maria Braz, especializada em moda e no mercado de luxo. “É essencial ter uma comunidade e proximidade com o seu seguidor. Ele precisa acreditar em você.”

Para Ana Laura Magalhães, que construiu sua presença digital para suprir a demanda por mulheres que traduzissem o mercado financeiro, o foco ganha outro contorno. “Engraçado que não me considero ‘influenciadora’. Eu me sinto uma educadora. A ideia não é te induzir a um investimento, mas educar.”

Camila Coutinho, que transformou sua influência em negócio com a GE Beauty, acredita que o futuro desse mercado será definido pelo tipo de conteúdo oferecido ao público. “O diferencial não estará apenas no número de seguidores. Teremos um conteúdo mais superficial e de entretenimento rápido, e um espaço para conteúdos mais profundos, por especialistas.”

Para não ser engolida pelo algoritmo e preservar sua relevância em um cenário cada vez mais competitivo e fragmentado, Maria Braz defende que é preciso ir além das tendências e de fórmulas que já deram certo no passado, mantendo o olhar atento ao presente. “Não dá para ser nostálgico. É preciso entender as novidades do mercado, senão a gente para no tempo.”

“Muitas vezes a gente entra no piloto automático e acha que só pode fazer as coisas da forma que sempre fez. Temos que dar um susto em nós mesmas e pensar em novas maneiras de criar.”

Ao aconselhar os jovens que desejam se tornar influenciadores, Ana Laura Magalhães destaca a autenticidade como um dos principais ativos para construir relevância e se manter no mercado. “Quanto mais o tempo passa e mais conteúdo de inteligência artificial é gerado, mais a gente duvida do que a gente vê online”, disse. “Falem sobre o que quiserem, mas com verdade. No final do dia, todos percebemos quando alguém não está sendo autêntico e tenta nos fazer acreditar em algo forçado.”

#Brasil#Internacional#Economia#Negócios
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