a nova ofensiva tecnológica nos presídios — Da “Idade Média” aos drones
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Consulte formatos e valores disponíveisCréditos: Yuri Urbano / SENAPPEN-MJSP Ao revelar uma ofensiva tecnológica do governo federal para enfrentar o crime organizado dentro das cadeias brasileiras, André Garcia, titular da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), avalia que “o sistema penitenciário vivia meio que na Idade Média”.
Em entrevista exclusiva à coluna, o secretário detalhou a utilização de drones com visão térmica, equipamentos capazes de derrubar aeronaves usadas por criminosos e radares que identificam túneis escavados sob os presídios.
Drone apreendido com espião de presídios em SP
Uso de tecnologia combate tecnologia usada clandestinamente por presos
Operação usa equipamento capaz de identificar sinais e dados de celulares dentro das unidades prisionais
Policial penal procura equipamentos de comunicação
Após a detecção dos sinais, a Operação Mute atua na localização e retirada dos aparelhos identificados durante as varreduras
Drones levam armas, drogas e até armas para dentro de presídios
Após celulares serem inutilizados, policiais penais fazem varredura em presídio
Equipamento identifica sinais de celulares em penitenciárias
O investimento, segundo Garcia, chega a quase R$ 300 milhões e busca modernizar a segurança de 138 unidades prisionais, espalhadas pelo país, nas quais se concentram cerca de 80% das principais lideranças de facções e milícias.
A estratégia é impedir que criminosos transformem os presídios em centros de comando de delitos praticados nas ruas.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Drones contra drones Uma das novidades é o uso de drones com sensores térmicos, capazes de identificar movimentações suspeitas mesmo durante a noite, além de ler placas de veículos e monitorar áreas a até dois quilômetros do perímetro dos presídios.
As imagens são georreferenciadas, permitindo portanto que policiais penais comparem o cenário de um dia com o seguinte.
Uma estrutura que aparece de repente, por exemplo, pode esconder a escavação de um túnel. A presença de pessoas em locais incomuns também pode indicar tentativas de introdução de drogas ou celulares nas unidades.
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